Mito ou fato: os soviéticos usaram raios X para fazer CDs piratas?

Se você prestou atenção durante as aulas de História, provavelmente está cansado do fato de que a Guerra Fria caracterizada por um cenário de intensa polarização política.

Uma parte do globo alinhou-se com os Estados Unidos, enquanto outra parte aderiu aos princípios defendidos pela União Soviética.

 

Após a divisão, várias nações tomaram medidas para restringir o conteúdo artístico proveniente de países considerados “inimigos”. Entre essas nações estava a União Soviética, que, após a Segunda Guerra Mundial, proibiu a importação de filmes, séries e músicas estrangeiras. Como resultado, todas as obras culturais tiveram que passar pelo endosso do estado antes de disponibilizadas ao público.

 

 

Mensagens secretas durante a Guerra Fria eram transmitidas por estações de rádio que operavam clandestinamente. Essas estações, que ainda existem hoje, permanecem escondidas da consciência pública.

 

Pois o berço do comércio ilegal e a subseqüente proliferação da pirataria na indústria da música durante o século 20 remontam a esse ponto.

 

É um fato inegável que os soviéticos fabricaram discos usando placas de raios X.
O equívoco de que a pirataria é um fenômeno moderno é incorreto. Isso evidenciado pelo fato de que, para contornar a censura imposta pelo governo soviético, os ávidos entusiastas da música recorreram ao uso de placas de raio-X. Essas placas, adquiridas ilicitamente em hospitais, serviam como meio para gravar clandestinamente cópias piratas de músicas ocidentais proibidas no país.

 

  • fonte: tecmundo.com
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